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Última actualização: 31 de Outubro de 2010
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CARTA ABERTA A TODOS OS JORNALISTAS PORTUGUESES
Juntamente com o ensino, o jornalismo é a mais nobre e importante profissão de uma sociedade. Ao investigar e reportar o mundo que o rodeia, o jornalista está a colocar nas mãos dos seus compatriotas a mais poderosa das armas: conhecimento. E, diferente do ensino, a ação jornalística produz efeitos quase imediatos.
Ao contrário do que dizem os livros, o jornalismo é também a mais poderosa das profissões. Uma notícia pode decidir uma eleição ou determinar um rumo político ou social, mas a omissão de uma notícia também pode conseguir o mesmo resultado. Este imenso mas delicado poder exige, pois, grande rigor e honestidade e, sobretudo, responsabilidade.
De forma a promover essa responsabilidade os jornalistas regem-se por um código deontológico que visa garantir que o seu trabalho é executado com ética, rigor e isenção. Ou assim deveria ser.
Como demonstrarei, existem matérias relativamente às quais o cumprimento deste código está longe de ser a principal preocupação para muitos jornalistas (e não uns quaisquer jornalistas). E, quando essa atitude se vulgariza, e as falhas começam a afectar a cobertura, ou a ausência de cobertura, de acontecimentos cada vez mais importantes, as consequências podem ser devastadoras. Um desses acontecimentos, e que aqui usarei como exemplo, é aquele que é considerado por muitos como o mais importante da nossa era. Refiro-me aos atentados terroristas do 11 de Setembro de 2001 (11Set).
Como sabem, das várias interpretações que circulam sobre o 11Set existem duas que se destacam e que são inconciliáveis entre si. Uma é a interpretação oficial, segundo a qual um grupo de fanáticos da Al-Qaeda atacou de surpresa os EUA que, em resposta, iniciaram uma guerra global contra o terrorismo com a finalidade de garantir a segurança do seu e de outros povos. Nesta interpretação, o que motivou os autores dos atentados foi o seu ódio visceral às liberdades e forma de vida ocidentais. Esta é a interpretação fornecida pelas autoridades americanas e a que foi amplamente divulgada pelos meios de comunicação social. Isso, naturalmente, levou a que esta interpretação dos ataques se tornasse a mais comummente aceite entre os cidadãos de todo o planeta.
Uma outra leitura, diametralmente oposta, diz-nos que os ataques foram permitidos, ou até orquestrados, por elementos da administração Bush, do Pentágono e dos serviços secretos, entre outros, criando assim um pretexto para a ocupação americana do Médio Oriente. Nesta interpretação, uma das motivações dos mentores dos atentados foi o desejo de controlar o petróleo dos países árabes e de, ao mesmo tempo, expandir o poder daquilo que Eisenhower chamou de o Complexo Industrial-Militar1. Esta visão é defendida por investigadores independentes e outros profissionais oriundos dos mais diversos países, classes sociais e orientações políticas ou religiosas. Estes críticos da versão oficial apelam há já alguns anos, e em crescente número, à realização de uma investigação completa e independente aos ataques do 11 de Setembro.
Estas duas interpretações têm tido, por parte dos principais órgãos de comunicação social, duas abordagens distintas. Enquanto a segunda é tida como uma fantasia que não merece cobertura jornalística, a primeira, a interpretação oficial, é aceite e divulgada como obviamente verdadeira. Esta é, assumidamente, a postura geral dos mídia.
Para explicar porque é uma postura errada, vou usar o exemplo de um conhecido e respeitado jornalista que ainda recentemente se referia ao 11Set como “o pior atentado terrorista da história e que foi, de facto, inspirado pelo fanatismo religioso”2.
Num lapso que infelizmente se vulgarizou, este jornalista esqueceu-se que, num mundo subjectivo como o nosso, um facto só é um facto quando existe unanimidade acerca dele - até lá não passa de uma hipótese. E, como se sabe, não existe unanimidade acerca do que inspirou os atentados do 11 de Setembro.
Como já vimos, de acordo com os críticos da versão oficial, o que inspirou os atentados foi a cobiça pela região estratégica do Médio Oriente - e em defesa deste argumento afirmam existirem testemunhos e documentos onde essa motivação é explícita3, incluindo indícios de que a invasão do Afeganistão estava planeada muito tempo antes de Setembro de 20014.
Havendo uma clara falta de consenso sobre esta matéria, o jornalista não deveria dar como factual que o 11Set foi inspirado pelo fanatismo religioso. Deveria, ao invés, ouvir as duas interpretações, identificar todos os factos na medida do possível e, então, verificar em qual das interpretações esses factos encaixam melhor. Sobretudo tendo em conta que se trata de investigar o pior ataque terrorista da história.
Segundo o seu código deontológico5:
O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade.
Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso.
Como é do vosso conhecimento, nada disto foi feito. Senão vejamos:
Primeiro, os factos não foram comprovados. Por exemplo, muito antes de se ter iniciado qualquer investigação oficial aos atentados (o que só viria a acontecer no final de 2002), já a comunicação social atribuía a Bin Laden a sua responsabilidade - ainda que este nunca o tenha reivindicado e tenha mesmo negado qualquer envolvimento. Esta postura da generalidade dos mídia foi quase exclusivamente baseada em informações fornecidas pela Casa Branca ou pelo Pentágono, ainda que estes nunca tenham produzido prova cabal das suas afirmações6.
Segundo, relatar factos não comprovados nada tem de rigoroso ou honesto. Honestidade, neste caso, seria não aceitar as hipóteses como factos até que estas fossem comprovadas; ou então esclarecer que não se tratavam de factos mas sim de hipóteses.
E, em terceiro, as partes com interesses atendíveis no caso não foram ouvidas. Dado o alcance das consequências dos atentados, é legítimo afirmar que todos os cidadãos do planeta têm interesses atendíveis neste caso. No entanto, em momento algum a comunicação social procurou saber, com rigor e exactidão, em que consistiam as opiniões contrárias à oficial, ou em que dados assentavam. Pelo contrário, qualquer interpretação alternativa foi, em Portugal, simplesmente excluída da equação, salvo em raríssimas ocasiões.
O mesmo código deontológico também anota que,
O jornalista deve salvaguardar a presunção da inocência dos arguidos até a sentença transitar
em julgado.
Ao afirmar que o 11Set foi, de facto, inspirado pelo fanatismo religioso, pode-se daí deduzir que o jornalista acredita que os ataques foram executados pelos 19 alegados terroristas islâmicos identificados pelas autoridades americanas. No entanto, segundo os críticos, mais uma vez essas autoridades, para além das suas convicções, nunca apresentaram provas inequívocas nesse sentido7. E também nunca se realizou qualquer julgamento a esses 19 indivíduos.
No entanto, estes pormenores fundamentais não impediram o jornalista de assumir que o 11Set foi levado a cabo por radicais islâmicos, violando assim o princípio da presunção de inocência.
Não é, pois, difícil demonstrar como a postura intelectual que está por detrás da afirmação do jornalista vai directamente contra alguns dos princípios mais fundamentais do seu código deontológico.
Veremos como esta postura, que tem sido transversal aos principais órgãos de comunicação social, viola ainda outras alíneas do seu código:
O jornalista deve lutar contra as restrições no acesso às fontes de informação e as tentativas de
limitar a liberdade de expressão e o direito de informar.
Ao desprezar as opiniões, os factos e os estudos científicos que chocam com a versão oficial, o jornalista está, ele próprio, a restringir o seu acesso às fontes.
O código não se refere especificamente às barreiras psicológicas que eventualmente possam impedir um jornalista de aceder às fontes, como é aqui o caso, mas nem por isso deixa de se aplicar. Ao auto excluir-se do acesso a elas, por razões de preconceito, o jornalista está a desistir de qualquer investigação séria. O extraordinário é que, sobre o 11Set, e durante todos estes anos, essa postura tem sido quase unânime no meio jornalístico.
Existe, no entanto, uma boa razão para o prolongar desta postura: Os mídia tendem a retratar os contestatários da versão oficial como pessoas pouco sérias. E ao fazê-lo estão a condicionar as acções dos jornalistas que, noutras circunstâncias, não sentiriam pudor em iniciar uma investigação.
O resultado desta pescadinha-de-rabo-na-boca é um quase omnipresente manto de auto-censura que, naturalmente, vai contra um dos princípios basilares do mesmo código deontológico, onde se lê que
O jornalista deve combater a censura e o sensacionalismo e considerar a acusação sem provas e o
plágio como graves faltas profissionais.
Embora para os críticos da versão oficial esta censura seja uma realidade inequívoca, não o é para a maioria dos jornalistas (sobretudo para os seus diretores). Para estes não há qualquer censura porque, argumentam, é legítimo deixar de fora um assunto que consideram absurdo. Mas, como já vimos, esse tipo de preconceito é inconciliável com bom jornalismo. E ainda mais se tivermos em conta o número de cidadãos a contestar a versão oficial e a exigir uma investigação verdadeiramente independente8.
Para ilustrar o peso desta contestação temos que considerar o crescente número de documentos científicos publicados9 e também de movimentos empenhados em lutar pela verdade sobre o 11 de Setembro e que já incluem profissionais de aviação, cientistas, arquitectos, engenheiros, médicos, professores, académicos, bombeiros, advogados, artistas, líderes políticos e religiosos, jornalistas, oficiais militares e até marines10.
Também a credibilidade das vozes críticas deve ser tida em conta. Entre as personalidades a criticar a versão oficial sobre o 11Set encontram-se o ex-presidente da república italiana Francesco Cossiga11, o ex-secretário de estado do ministério da defesa da alemanha Andreas von Bülow e o ex-ministro britânico para o ambiente Michael Meacher12, o ex-vice-presidente do comité da energia, investigação e tecnologia do Parlamento Europeu Paul Lannoye13, o ex-astronauta da NASA Brian O’Leary14, a candidata ao Nobel da Química Lynn Margulis15, o Nobel da literatura Dário Fo16, o deputado japonês Yukihisa Fujita17, o ex-secretário da economia de Ronald Reagan, conhecido como o pai da Reaganomics, Paul Craig Roberts18, e até os ex-membros do 1º Governo de George W.Bush, Catherine Austin Fitts19 e Morgan Reynolds20, apenas para nomear alguns.
Também entre governadores, congressistas, generais, ex-agentes dos serviços de inteligência e contra-terrorismo e outros membros da hierarquia governamental e militar americana, são já centenas as individualidades a criticarem a versão oficial21. Será credível que todas estas pessoas sofram de uma neurose coletiva, como quer fazer crer a imprensa dominante?
O que impressiona, relativamente ao 11Set, é a quantidade e a clareza dos indícios que deitam por terra a interpretação oficial. Mas não se pretende fazer aqui uma exposição desses indícios (isso já foi feito em dezenas de livros) 22. O que se procura é questionar a imparcialidade da cobertura dos mídia. E, chegados aqui, o que é incontestável é que quer esses indícios, quer as críticas que sustentam, estão a ser omitidos ou deturpados pelos principais serviços noticiosos. E, como aqui se argumenta, nem essa omissão é legítima, nem os argumentos que a sustentam são convincentes.
Se existem dúvidas acerca de uma questão tão importante, como saber quem orquestrou e executou os atentados do 11 de Setembro, então a comunicação social deveria mostrar, com total isenção, os argumentos dos dois lados em conflito e deixar que seja o público a decidir. Lamentavelmente, neste caso, os diretores de informação decidiram pelo público.
E assim chegamos à última referência ao código deontológico do jornalista:
O jornalista deve assumir a responsabilidade por todos os seus trabalhos e actos profissionais,
assim como promover a pronta rectificação das informações que se revelem inexactas ou falsas.
Para quando?
CONCLUSÃO
Esta carta podia resumir-se numa única pergunta: Caro(a) jornalista, investigou ou conhece alguém que tenha verdadeiramente investigado - sem ideias preconcebidas - os atentados do 11 de Setembro?
A grande tragédia do jornalismo dos nossos dias é que já quase não se faz investigação. Há pivots, coordenadores, diretores, editores, redatores e obedientes funcionários em demasia, daqueles que reescrevem o que já vem escrito, ou que se limitam a copiar e colar, mas, investigadores, há muito poucos. Como se não bastasse, muitas notícias vêm já preparadas das habituais agências de informação - que, estranhamente, gozam de uma credibilidade que parece ser incontestável -, enquanto as notícias que provêm de circuitos alternativos não têm sequer a oportunidade de serem verificadas; são, simplesmente, excluídas. O outro problema é o seguidismo com que se encaram os mídia internacionais tidos como sendo “de referência”: Se a notícia saiu na Time, ou passou na CNN, só pode ser verdadeira.
E esta é também a tragédia da nossa sociedade: o seguidismo; a falta de espírito crítico individual.
Imaginem, pois, por um segundo, que a administração Bush foi complacente, ou mesmo cúmplice, nos atentados. A verdade é que nunca o saberão se não investigarem, pois não? De forma que a grande questão é: e conseguirão viver sem o saberem? Talvez consigam, mas, nesse caso, abandonem imediatamente essa nobre profissão.
Filipe Vilhena de Carvalho
27 de Outubro de 2010
Referências:
1. No seu discurso de despedida da presidência americana, a 17 de Janeiro de 1961. Ver um excerto
(http://video.google.com/videoplay?docid=4340349985118918525#docid=-8958639270245249730)
Ou o discurso completo
(http://www.youtube.com/watch?v=S9_fyDV7Mnk)
2. O exemplo serve apenas para ilustrar a postura dominante e não importa, portanto, identificar o jornalista em questão. Basta dizer que a afirmação foi feita no mês de Outubro de 2010 durante o noticiário televisivo que apresenta.
3. David Ray Griffin e Peter Dale Scott, 9/11 and American Empire - Intellectuals Speak Out, 2007. (13-17). Ou ver a apresentação pública do livro com o patrocínio da KPFA.
(http://video.google.com/videoplay?docid=3195658770053494633&ei=Wtc5SYrxKoKg2gLytuWzAg&q=9%2F11+%26+American+Empire+-+Intellectuals+Speak+Out#)
4. David Ray Griffin, The 9/11 Commission Report: Omissions and Distortions, 2005. (122-128). Ou ver uma apresentação pública do livro realizada na Universidade do Wisconsin.
(http://video.google.com/videoplay?docid=-7783265951804725110&ei=ytQ5SZGdJ4aQ2AKdmJz4CA&q=David+Ray+Griffin+Wisconsin#)
5. Ver o Código Deontológico dos Jornalistas, aprovado em 1993.
(http://www.jornalistas.online.pt/noticia.asp?id=24&idselect=369&idCanal=369&p=368)
6. De acordo com Rex Tomb, do FBI, a razão porque na lista dos 10 homens mais procurados do FBI, Bin Laden não é acusado dos atentados do 11 de Setembro deve-se ao facto de não haver provas concretas do seu envolvimento.
(http://www.fbi.gov/wanted/topten)
Ver The FBI has no hard evidence connecting Bin Laden to 9/11
(http://www.twf.org/News/Y2006/0608-BinLaden.html)
Ou FBI says, “No hard evidence connecting Bin Laden to 9/11”
(http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=2623)
7. David Ray Griffin, The 9/11 Commission Report: Omissions and Distortions, 2006. (19-23)
8. Vários críticos questionam a independência da comissão que investigou oficialmente o 11Set e apontam múltiplas omissões, incorreções e deturpações no seu relatório final. Ver The 9/11 Commission Report: Omissions and Distortions, 2006, de David Ray Griffin. (6-15).
Ver também Criticism of the 9/11 Commission.
(http://en.wikipedia.org/wiki/Criticism_of_the_9/11_Commission)
9. Ver Journal of 9/11 Studies.
(http://www.journalof911studies.com)
Ver também Architects & Engineers for 9/11 Truth Evidence and Resources
(http://www.ae911truth.org/en/evidence.html)
Ver ainda International Center for 9/11 Studies
(http://www.ic911studies.org/Papers.html)
10. Ver: 9/11 Truth Movement, Political Leaders for 9/11 Truth, Medical Professionals for 9/11 Truth, Architects & Engineers for 9/11 Truth, Firefighters for 911 truth, Pilots for 9/11 Truth, Scholars for 9/11 Truth, U.S. Military Officers for 9/11 Truth, Lawyers for 9/11 Truth, Religious Leaders for 9/11 Truth, World for 9/11 Truth, Muslim-Jewish-Christian Alliance for 9/11 Truth, Marines for 9/11 Truth, Canadians For 9/11 Truth, Scientists for 9/11 Truth, Artists for 9/11 Truth, 9/11 Truth Europe, Journalists & Other Media Professionals for 9/11 Truth, Justice for 9/11.
11. Segundo o Corriere della Sera, em 2007 Francesco Cossiga afirmou que “todos os círculos democráticos da América e da Europa, especialmente do centro-esquerda italiana, sabem bem, agora, que o desastroso ataque foi planeado e executado pela CIA americana e pela Mossad com a ajuda do mundo zionista de forma a colocar a culpa nos países árabes e persuadir os poderes ocidentais a intervir no Iraque e no Afeganistão.” (Tradução portuguesa a partir da tradução inglesa da Wikipedia)
Ver a afirmação original no Corriere della Sera, de 30 de Novembro de 2007: Osama-Berlusconi? <<Trappola giornalistica>> (http://www.corriere.it/politica/07_novembre_30/osama_berlusconi_cossiga_27f4ccee-9f55-11dc-8807-0003ba99c53b.shtml)
12. Sobre as opiniões de Andreas von Bülow e de Michael Meacher, ver excerto do programa de tv 9/11 Attack or Godsend
(http://video.google.com/videoplay?docid=8274552561914055825#)
13. Paul Lannoye, e também Michael Meacher e Andreas von Bülow, são signatários da petição de líderes políticos que solicita ao Presidente Obama uma nova e independente investigação ao 11Set.
(http://pl911truth.com/index.php?option=com_content&view=article&id=47&Itemid=53)
14. Ver discurso de Brian OLeary em frente à Casa Branca a 11 de Setembro de 2006
(http://video.google.com/videoplay?docid=-1651274926224084218#)
15. Ver Estimada Cientista Contesta a versão oficial do 11 de Setembro.
(http://www.historycommons.org/entity.jsp?entity=lynn_margulis_1)
16. Ver excerto do documentário Zero An Investigation into 9/11 (1’30’’)
(http://www.youtube.com/watch?v=KMvJUjZ8rlM)
17. Ver a intervenção de Yukihisa Fujita no parlamento japonês no dia 10 de Janeiro de 2008.
(http://video.google.com/videoplay?docid=2680190129949942423#)
18. Ver You Cant Handle the 9/11 Truth: Dr. Paul Craig Roberts Explains
(http://www.youtube.com/watch?v=7nfM0cwouTE)
19. Ver o artigo de 2004, Day of the Dead: The Haunting of the White House, de Cynthia McKinney e Catherine Austin Fitts.
(http://www.911truth.org/article.php?story=20041101130426916)
20. Ver entrevista de Alex Jones a Morgan Reynolds, de Junho de 2006.
(http://video.google.com/videoplay?docid=-8180123292618944278&ei=N9o5Se3dDZ722wKq3eS3CA&q=morgan+reynolds+interview+on+911#)
21. Para uma lista atualizada de membros da hierarquia governamental que já criticaram publicamente a versão oficial, ver Patriots Question 9/11.
(http://patriotsquestion911.com)
Para uma lista de 41 veteranos de contra terrorismo e de agências de informação que desafiam a versão oficial, ver U.S. Counter-Terrorism and Intelligence Agency Veterans Challenge the Official Account of 9/11
(http://www.patriotsquestion911.com/Counterterrorism_Veterans.pdf)
22. Dos quais se destaca, para quem deseje iniciar uma investigação, o já referido The 9/11 Commission Report: Omissions and Distortions, de David Ray Griffin.
Ou, do mesmo autor, e disponível on-line, The New Pearl Harbor: Disturbing Questions about the Bush Administration and 9/11.
(http://personal.nbnet.nb.ca/sveniot/nph/)
Ver também The Top 40 Reasons to Doubt the Official Story of September 11th, 2001.
(http://www.911truth.org/article.php?story=20041221155307646)
A propósito do 11 de Setembro: